Contactada esta tarde pela Renascença, fonte do grupo lembra que o interesse num investimento deste género passa por adquirir uma posição maioritária.
Na sequência do anunciado veto de José Sócrates - que, tudo indica, deita por terra o negócio entre a PT e a Media Capital - a Cofina não esconde o interesse em avançar. Uma intenção que não passa disso mesmo uma vez que não há, para já, qualquer comunicação oficial à CMVM.
A Cofina já detém títulos como o "Correio da Manhã", "Record" ou "Jornal de Negócios". Nas revistas, é responsável por títulos como a “Máxima”.