José Manuel Alves da Silva, presidente da associação das PME, afirma que a situação se agravou nos últimos 12 meses.
São, na sua maioria, empresas ligadas ao sector dos serviços, comércio e construção de Lisboa e Porto que não resistiram à crise mundial, apesar dos apoios prometidos pelo Governo.
Lisboa e Porto foram as cidades que tiveram mais empresas a encerrar.
Entretanto, esta segunda-feira a associação vai entregar no Parlamento um dossier com as medidas que gostaria de ver contempladas no próximo Orçamento de Estado.
Entre outras medidas, as PME querem deixar de pagar o IVA por antecipação e querem também que as microempresas fiquem isentas do novo Plano Oficial de Contabilidade.
Além disso, defendem o fim do Pagamento Especial por Conta, mas admitem a criação de um novo pagamento que poderia ser amortizado no caso de os empresários optarem por ter contabilidade organizada.