A hipótese está em cima da mesa, avançou à Renascença José Carlos Martins, presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.
“Na hipótese que tem sido discutida pelo conjunto dos colegas é os enfermeiros do bloco operatório, durante vários dias ou semanas, poderem paralisar, isto é, tudo quanto é cirurgia programada de rotina não se realizar, sendo apenas feitas as cirurgias de urgências”, explica o sindicalista.
Já em relação à greve de três dias iniciada esta quarta-feira, os números do Sindicato apontam para uma adesão superior a 80%, dados que ultrapassam à estimativa do Governo, que se situa nos 77%.