Esta posição surge depois do Tribunal Europeu ter considerado que a presença de crucifixos nas escolas restringe os direitos dos pais de educarem os filhos "em conformidade com as suas convicções".
Já para a Associação Famílias de Braga essa decisão demonstra que a Europa vive tempos de "cristianofobia", com perseguição ao Cristianismo, à sua memória e aos seus símbolos.
O Vaticano manifestou, ontem, "surpresa" e "tristeza" pela sentença. "O crucifixo foi sempre um sinal de oferecimento do amor de Deus, e de união e de acolhimento para com toda a humanidade. Lamento que seja considerado como um sinal de divisão, de exclusão, ou de limitação da liberdade. Não é assim, e não é esse o sentir comum da nossa gente", disse o porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi.