Chega esta quinta-feira às salas portuguesas o terceiro capítulo de “Toy Story”, o filme de animação que tem arrebatado críticos por todo o mundo e que é já um dos maiores campeões de bilheteira do ano nos Estados Unidos. O lema de Buzz continua a fazer-se ouvir - "para o infinito e mais além" -, mas agora num quadro diferente: o novo "Toy Story" entregou-se ao 3D. O infinito é agora a três dimensões.
Em 1995, foi uma completa novidade: era a primeira longa-metragem da Pixar e mostrou ao mundo o que poderia sair daquele ninho de criativos. Foi também o primeiro filme totalmente animado por computador. Passaram 15 anos e a nova vaga da animação digital nunca mais parou, com pérolas como “Nemo”, “Ratatui” e “Wall-E” pelo meio.
Também na ficção o tempo não congelou. Andy, o dono dos brinquedos que protagonizam o filme, vai para a faculdade. Woody, Buzz e companhia são doados a um infantário. Conhecem outros brinquedos, nunca ficam sem donos, mas cedo se apercebem que, com os miúdos do infantário, correm riscos permanentes de lesões.
Não demora muito a que toda a acção se concentre no plano de fuga. Pelo meio, há um Buzz Lightyear encravado numa versão espanhola e o romântico encontro de Barbie com Ken. Tudo isto, claro, no já incontornável formato 3D.
Tom Hanks, que dá voz a Woody na versão original, confessa-se maravilhado com a nova tecnologia, mas sublinha que o mais importante será sempre ter uma boa história. “Toy Story 3” tem a crítica a seus pés e é já um dos maiores campeões de bilheteira do ano nos Estados Unidos e não se pense que estes números se fazem só de crianças. Uma sondagem da Disney indica que 46% da audiência do filme tem mais de 25 anos.