É um fenómeno cada vez mais frequente nas escolas, onde alguns estudantes são vítimas de ameaças ou agressões, físicas ou verbais, de forma intencional e repetida, e sem motivação evidente.
O seminário destina-se a professores, auxiliares de acção educativa e pais.
Tânia Paias, mestre em saúde escolar, diz que a comunidade educativa sente falta de preparação para lidar com o fenómeno.
Por outro lado, esta especialista chama a atenção para alguns comportamentos das crianças que se deve ter em atenção: “As rejeições de ir à escola, ter dores de cabeça, dores de barriga ou até outras questões como começarem a faltar coisas em casa. São alguns sinais de que algo não está a correr bem no espaço escolar”.