Assim sendo, o apoio às pequenas e médias empresas estará no centro da politica económica do PSD. A Associação PME Portugal elogia as propostas para o sector já conhecidas. “Nós fomos a primeira entidade a lançar a ideia que a Caixa Geral de Depósitos e os bancos públicos teriam que se vocacionar para o financiamento das PME. Isso está no programa do PSD. A questão do pagamento das dívidas do Estado, da alteração do regime do IVA e do reembolso do IVA, a extinção do pagamento especial por conta… o PSD já reconheceu, na minha presença, que o pagamento especial por conta foi um erro e, apesar de ter sido ela [Manuela Ferreira Leite] a criá-lo, vai acabar com ele e o que nós esperamos é que, se o PSD tiver uma palavra a dizer no futuro do país em termos de governação, cumpra”.
Ferreira Leite já prometeu criar condições para baixar impostos, garantindo que não os subirá. O PSD admite descer a taxa social única para as empresas, rever o IMT e o IMI e fomentar o pagamento das dívidas do Estado às empresas.
A líder social-democrata risca o TGV do seu programa, bem como a terceira auto-estrada Lisboa-Porto, apostando ao invés no que chama de "investimentos de proximidade" como reparações de escolas.
A antiga ministra das Finanças já anunciou também que quer rever o sistema de certificados de aforro e que quer mexer noutras áreas: na educação promete mudar os estatutos do aluno e da carreira docente e também o sistema de avaliação de professores. O programa do PSD deve também apostar na justiça e solidariedade.